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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Por que não podemos pavimentar nossas ruas com plástico recolhido nos oceanos?

Taí uma matéria que eu gostei muito... Saiu na Época... reproduzo aqui... Publicada dia 21/07/2015.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2015/07/empresa-quer-pavimentar-ruas-com-plastico-recolhido-em-oceanos.html

A cidade holandesa de Roterdã pode ser a primeira a ter um trecho de rua pavimentado com material plástico. A prefeitura manifestou interesse em apoiar um projeto da empresa VolkerWessels, que está desenvolvendo um produto chamado PlasticRoad, feito a partir de material reciclado.

Projeto da rua de plástico - quem sabe dará certo?


O objetivo da empresa é que a matéria-prima venha do lixo acumulado nos oceanos. A empresa diz estar alinhada com iniciativas como o Ocean Cleanup, que tenta livrar as águas de dejetos plásticos. 

A VolkerWessels garante que o produto final requer menos manutenção que o asfalto. Isso porque ele seria mais resistente, aguentando variações de temperatura de -40ºC a 80ºC e sofrendo menor impacto com corrosões químicas. Segundo as estimativas da empresa, a duração das vias poderia ser triplicada, com uma vida útil de 50 anos.

Outra vantagem é que as estruturas de plástico seriam pré-fabricadas, tornando mais rápida a pavimentação. Além disso, o design interno da estrutura tem um buraco no meio, que permite a passagem de fios e encanamento. 

"O plástico dá todos os tipos de vantagens em relação à construção de uma estrada, tanto na hora de instalar, quanto na hora de fazer a manutenção", afirmou ao jornal britânico "The Guardian" Rolf Mars, diretor da KWS Infra, subdivisão de estradas da VolkerWessels.

Mars disse que o projeto ainda está em seu estágio inicial, mas a empresa espera colocar a primeira via pública em uso nos próximos três anos. O material ainda precisa ser testado em laboratório e a ideia é que os primeiros testes sejam feitos em ciclovias. A cidade de Roterdã manifestou o interesse em oferecer espaço para um desses testes. 

"Roterdã é uma cidade aberta a experiências e adaptações inovadoras. Temos um 'laboratório de rua' disponível, onde inovações como essa podem ser testadas", afirmou Jaap Peters, do escritório de engenharia municipal, ao jornal britânico.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Reaproveitando água da chuva

Não precisa custar caro! Veja só o sistema que este engenheiro bolou! Custou apenas R$ 1500,00.






quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Bueiro inteligente

A gente cansa de ver os nossos bueiros entupindo e as ruas alagadas. Pois alguém já encontrou a solução. Olha só...


Simples, não?

domingo, 22 de janeiro de 2012

23 Idéias inteligentes para tornar a vida mais fácil

Descasque os morangos usando um canudo.


Esfregando uma noz em seus móveis você irá disfarçar arranhões.


Guarde maçãs cortadas, prendendo-as com um elástico.

Faça uma revisão em seu armário.
Coloque as roupas de cama dentro das fronhas.


Aumente o volume, colocando seu iPhone ou iPod em uma tigela.
A forma côncava amplifica a música.


Reutilize a embalagem de lenços umedecidos para armazenar os sacos plásticos.



Adicione este item a sua bolsa de praia.
O talco limpa a areia de sua pele facilmente.


Anexe uma tira de velcro para a parede para armazenar brinquedos macios.



Coloque dois fios de arame no teto para para armazenar
papéis de presente.


Para encontrar pequenos itens perdidos, como brincos, coloque um
pano sobre a mangueira do aspirador.


Crie uma transportadora de bolinhos fazendo cruzes
numa tampa de caixa de papelão.


Para aqueles que não suportam amassados e deformados:
como dobrar perfeitamente um lençol.


Quer perder seus badulaques de banheiro? Então use fitas magnéticas
atrás da porta para armazenar grampos, pinos, pinças e outros.


Use as toucas de banho dos hotéis para guardar seus sapatos usados
em viagens.


Uma forma de bolinhos pode se transformar num ótimo porta-trecos.
Dica: use copos plásticos resistentes.


Use as "bread tags" para fazer rótulos para os cabos.


Asse bolos diretamente nas casquinhas de sorvete, assim será
muito mais divertido e mais fácil para as crianças comerem.


Suas pipocas de microondas em um simples saco de papel.
Muito mais saudável e mais barato.



Instale uma vareta para pendurar suas embalagens de limpeza.


Coloque sua forma de bolos de cabeça para baixo para fazer a massa de cookie.
Depois de prontos, você tem cookies para frutas ou sorvetes.


Congele Aloe Vera em bandejas de cubo de gelo para alívio
de queimaduras solares.


Crie um jardim vegetariano usando calhas fixadas em paredes.


Use caixas de ovos para separar e armazenar suas decorações de Natal.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Descartando...


Outro dia, almoçava com as amigas quando o papo começou a rolar sobre descarte... descarte de roupas íntimas, de remédios fora da validade, de comidas vencidas... Todo mundo confessou que já passou por isso um dia, que se deparou com algumas sobras que representaram dinheiro-jogado-fora, mas que tiveram que se conformar e colocá-las no lixo.

Foi então que eu perguntei como elas faziam o descarte...

- Como assim?, me perguntou uma delas - eu simplesmente jogo no lixo e pronto.

- Bem, expliquei, não é bem assim... Você por acaso pensa que o seu lixo vai parar num aterro sanitário e que, muitas vezes, há pessoas carentes do outro lado que 'consomem' o que você joga fora?

- Hã?, foi a pergunta geral - então, temos que pensar em proteger as pessoas delas mesmas?

Infelizmente, é isso aí. Você nunca sabe quem vai consumir o seu lixo, e o que é lixo para você pode não ser para os outros.

Vamos aos fatos.

Ao descartar remédios, você deve se lembrar de não deixar os comprimidos na embalagem, nem o líquido no vidro. Ou seja, quando descartar comprimidos fora da validade, abra um por um, quebre-os ou esfarele-os e jogue os no lixo fora da embalagem. No caso de líquidos, como os de xaropes, colírios, e remédios de pingar, esvazie o vidro e descarte-o vazio.

No caso de comidas, retire-as da embalagem, nunca descarte uma embalagem fechada, seja de almôndegas vencidas, ou de iogurte. Nunca. Alguém pode abrir e comer. É sério. Pode dar botulismo. Você não quer ser responsável por isso, mesmo sem saber, né?

Mas, aí vem as roupas íntimas. Todo final de ano, muita gente pára para arrumar o armário, tira umas peças de roupa que não usa mais, e também algumas calcinhas e sutiãs. Mas, ninguém dá calcinha, nem sutiã. Isso não se dá. Como é que você joga fora? No lixo... Bom, então aqui vai mais uma dica, corte as calcinhas no fundo e os sutiãs pelo meio, ao invés de nas alças. As alças são facilmente costuráveis. Se você cortá-los bem, ninguém poderá usá-los. Doenças podem ser transmitidas por estas peças, então é melhor não deixá-las intactas.

Enfim, é em cada ato que nos mostramos responsáveis para com o próximo. Pense nisso! Feliz ano novo!

domingo, 5 de junho de 2011

No Dia do Meio Ambiente, uma solução inteligente para o lixo nas grandes cidades



Esse é um grande exemplo a ser seguido. Deveríamos aproveitar que os jogos Olímpicos e a Copa do Mundo está vindo aí para fazer o mesmo no Brasil.

Concordo com a Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que em seu pronunciamento à Nação hoje pediu que todos separemos nosso lixo, pois isso ajuda os catadores, mas acho que os Governos Municipais deveriam também ser incentivados a tomar providências concretas para solucionar o problema do lixo.

Vale a dica apresentada na matéria do Jornal Nacional, da TV Globo, pelo Marcos Losekann, como benchmark que devemos estudar.

sábado, 28 de maio de 2011

Reciclagem de lixo: uma questão de trade-off

Todo dia, quando eu vou fazer a minha ginástica, me deparo com um caminhão de lixo e alguns garis retirando o lixo da rua onde fica a academia. Como todos sabemos, o caminhão de lixo é um veículo extremamente barulhento, porque enquanto o lixo é coletado, ele já é processado, e isso requer um motor e um sistema de prensas que incomodam a todos.

Pois bem. Aqui no bairro onde eu moro, não existe o sistema de Coleta Seletiva. Se qualquer cidadão quiser separar o lixo para coleta, tem que se dirigir aos containers de coleta seletiva que são disponibilizados pelo supermercado Pão de Açúcar, e que, invarialmente, encontro cheios (o que me leva a pensar na frequência com que aquele lixo é retirado dali, mas isso é história pra outro post...).

Bom, voltando ao fato de que não temos coleta seletiva. Como existem muitos estabelecimentos comerciais aqui em volta (clínicas de estética, cursos de idiomas, cursos preparatórios pra cursinhos, igrejas, hospitais, creches, padarias, farmácias etc.) e eles normalmente fecham às 18 hs, no máximo 19 hs, o lixo muitas vezes fica na rua por uma hora, uma hora e meia.

O bairro atrai muitos catadores, que reviram esse lixo que está nas ruas para procurar latas, papelões, jornais e tudo o mais que puder ser reciclado. Esses catadores espalham o lixo pelas calçadas ao abrirem os sacos, o que permite que em seguida, cachorros vira-latas façam o resto do serviço. Isso causa um incrível mal-cheiro.

Quando o caminhão de lixo chega por volta das 20, 20:30 hs, já está tudo revirado e espalhado pela calçada. Ou seja, em cada ponto que o caminhão pára, ele precisa esperar por muito mais tempo, até que os garis consigam recolher todo o lixo que está nas ruas.

Eu sei que tem uma multa para quem não coloca o lixo em containers específicos perto da hora de recolhimento, mas quem vai de porta em porta multar todo mundo que faz errado? Nunca vi ninguém multando ninguém, ou ouvi dizer de alguém que tenha sido multado.

O barulho que o caminhão faz, por muito mais tempo parado, incomoda muito mais do que se fosse possível fazer o recolhimento rapidamente.

Agora, eu me pergunto, será que a sociedade não abraçaria uma campanha de coleta de lixo reciclado se fosse para minimizar o impacto da barulheira e da sujeira? Será que o custo desta campanha e de adotarmos um sistema de coleta seletiva não se pagaria muito rapidamente? Será que os próprios catadores não poderiam ser os garis nestes casos, sendo pagos com o próprio retorno obtido com a reciclagem do lixo?

Por que funciona tão bem em Berlim e não pode funcionar aqui?

Eu já separo o meu lixo há muito tempo. Papéis, latas, vidros, garrafas pets, óleo de cozinha, orgânicos. Mas, é duro saber que no final, vai tudo para o mesmo caminhão. Será que o síndico do meu prédio não poderia estabelecer um sistema de coleta seletiva e usar o dinheiro em prol dos próprios porteiros e zeladores (ou da conservação do prédio, quiçá)?

Eu só não entendo é porque é tão óbvio e ninguém faz nada...